A star is born
Estreou em 2018 no Festival de Cinema de Veneza, foi aclamado pela crítica, venceu muitos prémios e ouvi falar muito bem do filme. No entanto vi-o com um pé atrás. Vi-o sem grandes expectativas. Vi-o e passei os primeiros minutos a criticá-lo mentalmente: "que seca... ah, isto é o cliché do costume, estou a perder tempo a ver isto". Mas depois entrei na história, deixei-me embrenhar e ADOREI! Não estava à espera de gostar tanto de um filme repleto de músicas, de ter uma cantora verdadeira no papel principal e um borrachão como o Bradley Cooper a protagonizar um cantor country cheio de vícios e a sorrir e a sofrer ao mesmo tempo que eles. Queria mais do filme, mais tempo. Queria esquecê-lo para o poder ver e sentir o que senti ao vê-lo pela primeira vez. Gostei do ritmo do enredo, gostei dos personagens, gostei das músicas, gostei da empatia das personagens, gostei da veracidade daquilo tudo. Parecia que eu própria estava ali com eles. Que tonta fui em desacreditar o filme que af…