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[Da escrita]

Escrevo neste blog mas escrevo sobretudo para não me esquecer. Escrevo coisas bonitas. Escrevo memórias. Escrevo quem sou. Escrevo aquilo que quero ser. Escrevo para mim.
Escrevo aquilo que fiz e escrevo aquilo que quero fazer.
Escrevo. E edito. E apago. E nunca estou satisfeita.

Tenho rascunhos. Quando os releio penso que podia ter escrito mais. Ou aprofundado mais. E apago.

"A tua escrita é querida", disseram-me.
"És demasiado descritiva".
"Até escreves bem".

Não sei o que pensar da minha escrita. Ela é apenas Ana. A minha mente. Como se a mente comandasse os dedos que percorrem o teclado.

Isto não é uma ode à minha escrita.
Ou será?

[Do novo presidente dos EUA]

Acordei e liguei o Wi-fi no telemóvel. A notícia caía em catadupa: Trump ganhou. 
Levantei-me num ápice, liguei a tv e confirmei. 

Ganhou um xenófobo, racista, machista, sexista, homofóbico. 
Quer construir um muro na fronteira com o México, quer modernizar o arsenal nuclear dos EUA e é a favor do uso de armas nucleares, recusa a entrada de refugiados no país, promete expulsar os imigrantes ilegais, diz não às restrições em relação às armas que os cidadãos poderão adquirir, entre tantas outras coisas...

E é isto que os EUA terão a partir de 20 de janeiro de 2017. E é isto que o Mundo terá.
E é por tudo isto que todos nós devemos temer.

Mas mais preocupante é a forma como estes americanos pensam para elegerem uma pessoa que defende estas ideias. 

Shame on you.

"Wild"

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Intimista. Intenso. Auto-conhecimento.

Três palavras que caracterizam este "Wild" com Reese Witherspoon a interpretar uma mulher que parte numa longa caminhada para se auto-descobrir depois de sofrer a maior amargura da sua vida: a morte da sua mãe, além da incursão pelas drogas e promiscuidade.

O filme está repleto de flashbacks que nos vão dando a conhecer o passado desta mulher, Cheryl Strayed, e trata-se por isso de um filme autobiográfico.

Cheryl percorreu a Pacific Crest Trail, de 4.200 km, que inclui a costa Oeste dos EUA - da fronteira com o México até ao Canadá.
Inspirador, sem dúvida.

[Quinta da Regaleira]

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Perco-me sempre de amores pela Regaleira. Sempre. Haverá local mais bonito na vila de Sintra? Duvido. Gosto de passear pelos Jardins, redescobrir as grutas, o Poço Iniciático, subir às torres, entrar no Palácio (que agora sofre de obras de restauro). Tudo ali é enigmático. Tudo ali é mágico.










[Mercado da Ribeira]

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É giro quando vamos jantar a sítios giros e ficamos encantados com coisas tão simples...

E num passeiozinho para descomprimir passeamos à beira do Tejo e deixamo-nos encantar por esta cidade.

Apresento Emma Lisette Palmer

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A artista australiana Emma Lisette Palmer garante que desenha todos os dias! Em papel, em tela e em... colheres de pau! Sim, em colheres de pau :) Emma desenha e pinta retratos utilizando cores fortes e dá expressão à madeira de forma irrepreensível.
Quem é que não gostava de ter uma colher destas na cozinha?! Os seus trabalhos podem ser vistos na sua conta do Instagram e comprados no site Made It.


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Derreto-me quando vejo coisas assim.