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The Impossible

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Não vou mentir, o dia de Natal é excelente para ver filmes e pôr o sono em dia e foi isso que fiz. Depois de uma bela soneca vi o filme: "Impossível" que relata a aventura de uma família na Tailândia quando o tsunami de 26 de Dezembro de 2004 atingiu o resort onde estavam hospedados. Com o caos, acabam separados e todos os elementos tentam reencontrar-se. O filme é um relato fiel à história verídica de uma família espanhola que estava no local aquando do tsunami.
Nos principais papéis temos Naomi Watts e Ewan Mcgregor e seguimos o rasto de destruição deixado, uma história muito comovente, com muitras lágrimas e desespero à nossa espera.

[Desabafos natalícios]

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No Natal tudo se complica, as pessoas saem à rua, as estradas têm mais trânsito e  os centros comerciais são um inferno. No meu local de trabalho é um caos. Se todos cooperassem, as estantes permaneciam arrumadas, estava tudo limpo e organizado. Sinceramente não sei como é que naquela desarrumação as pessoas encontram seja o que for. Eu tenho uma enorme dificuldade em encontrar um livro desarrumado e considero ter uma memória visual muito grande mas nestes dias é impossível. 
Todos os dias, depois do fecho da livraria temos ficado 1 hora a arrumar: arrumar coisas tão óbvias. As pessoas deixam livros infantis junto aos livros de Direito, os livros são abandonados por cima de outros livros nas estantes, livros espalhados no chão, livros tombados nas prateleiras, livros com capas tiradas e largadas em qualquer sítio. Há uma imensa falta de respeito e consideração pelo trabalho dos outros e não me venham dizer que deixam tudo no sítio, bem arrumadinho. Sendo assim, por que raio é que as sa…

Quidam by Cirque du Soleil

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Na época de Natal o circo volta à cidade e foi isso mesmo que fiz. Fui ver o Cirque du Soleil no Meo Arena. Até ontem via-os sempre na televisão e finalmente pude assistir a um espetáculo ao vivo. Algumas acrobacias deixam-nos com o coração aos saltos e outras são divertidas. Há sempre muito movimento no palco e várias distracções que prendem a nossa atenção. A música é mesmo ao vivo e durante 2 horas os músicos não param. São eles que dão ritmo ao show. Este ano, quando os vir na televisão, vou apontar o dedo e dizer que já os vi e que são mesmo incríveis. Se eu gostava de circo quando era miúda agora todo o conceito se alterou. E por isso é que o Cirque du Soleil é o melhor do mundo. Há ali muita disciplina. O palco joga com todas as acrobacias e podemos ver os artistas em várias pespectivas: o palco é giratório e torna-se sempre imprevisível pois há uma constante modificação. E o que é que podemos ver? Contorcionismo, acrobacias aéreas, equilibrismo, palhaços, afinal são duas horas d…

Esta semana tem sido assim...

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"O Fabuloso Desejo de Natal"

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O Terreiro do Paço está minado com a magia do Natal. Podemos ver um espetáculo multimedia na fachada dos edificios todos os dias às 19h, 20h, 21h, a duração é de 15 min. e o video simboliza o espirito natalício.
O mais giro de tudo é a pista de gelo cuja entrada também é gratuita. Por 15 min. podemos andar de patins de lâminas no ringue. Eu fui andar e orgulho-me de não ter caído uma única vez. A prática de patins quando era miúda serviu-me para alguma coisa e apesar de ter tido algum receio no início, depois foi ver-me a lançar a altas velocidades pelo meio a pista. Adorei cada minuto que patinei.

Para ver até 23 de Dezembro. Entrada gratuita

Exposição "De matrix à Bela Adormecida"

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Fui à inauguração da exposição "De matrix à Bela Adormecida" no MUDE em Lisboa, onde podemos ver os figurinos criados por António Lagarto, cenógrafo, figurinista e artista plástico bem conhecido da nossa praça. A exposição apresenta mais de 300 peças e acessórios usados em diversas peças de teatro e bailado em Portugal. Conseguimos ver todos os pormenores das peças criadas e aqui percebemos a importância da roupa na criação da personagem Uma boa personagem sem bons figurinos parece despida de alma. António Lagarto não trabalha sozinho; tem uma vasta equipa de costureiras e que se esforçam por dar riqueza às peças por si criadas.
Para ver gratuitamente até 29 de Março, 2015


Aventuras na piscina #27

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A minha última visita à piscina foi bem divertida. Aprendi de vez a dar cambalhotas sem entrar água pelo nariz. Essa era a minha principal dificuldade e invejava os nadadores que conseguiam dar a volta e continuar a nadar sem parar. Agora chegou a minha vez Já consigo fazer isso! E tenho provas.
No entanto,  acho que os meus novos "goggles" ajudaram. Eu, míope desde pequena, que não vejo quase nada à frente do nariz, debaixo de água pareço ter olhos de lince. Vejo tudo na perfeição. Julguei até tratar-se de um milagre divino mas por qualquer razão a água deve fazer uma compressão qualquer nos olhos que me põe a ver como deve ser... Depois desta explicação milagrosa nunca mais entro dentro de água sem este pequeno acessório.