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Os Croods

Pela altura do verão a Quinta das Conchas organiza o Cineconchas e ontem à noite sob um vento bem frio lá fui ver o filme de animação "Os Croods" da Dreamworks. Os Croods são uma família que vive na Idade da Pedra e tem que sobreviver às adversidades e às regras do pai da família. O filme centra-se em Eep, uma adolescente que se quer aventurar e que é mantida em segurança e obrigada a conter o seu entusiasmo pela vida. Aí surge Guy, um jovem órfão que sobrevive sozinho e que já descobriu o fogo. Logo aqui se vê a barafunda em que está família está subjugada. Um filme divertido do início ao final. As caçadas, as partidas entre os personagens e as paisagens foram escolhidas a dedo. Apesar de se passar na pré-história, "Os Croods" fala sobre o amor entre pais e filhos, a vivência em família e a amizade.  Ideal para ver em família...

Motion silhouette

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São simples coisas destas que me maravilham.




[Coisas de dentista]

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Como vou passar os próximos tempos enfiada no dentista para tratar de uns pequenos problemazitos venho analisar a fundo os consultórios dos malfadados médicos. Os tectos deveriam, ter umas pinturas bem mais interessantes para além do "sensaborão" branco. Já para não falar dos candeeiros metálicos que lá colocam sem graça nenhuma.
Aquela coisa de pano (não sei o termo técnico) que os dentistas/médicos colocam sobre a boca deveria ser colorido e com bonecada para o paciente se distrair.
As brocas e toda aquela parafernália deveria ser silenciosa. Quando uma pessoa entra na sala de espera começa a ouvir brocas e fica um bocadinho assustada.
A anestesia deveria ter um qualquer sabor agradável: pastilha elástica, morango, melancia. Qualquer coisa serve... Sabem aquelas pastas de dentes para crianças? Inventem uma coisa desse género.
Façam lá um investimento e ponham cor nesses vossos consultórios. De outra forma, a coisa não tem graça nenhuma.

[Beach please]

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É com muito orgulho que informo os meus caros leitores de que regressei às praias portuguesas depois de todo esse mau tempo que se fez sentir nas últimas semanas. Já que praticamente não gozei praia nas minhas férias, é ver-me agora a "lagartar" pelo areal português e a corer para a água como se fosse a última gota do planeta. Quem me conhece sabe bem que adoro água por isso de ora em diante já sabem onde me podem encontrar. Isto se o sol continuar  a sorrir, claro!

A chegada ao Gerês

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Cerca de 450 km separam Lisboa do Gerês. Uma quilometragem um bocadinho assustadora para quem tem um carro já a atirar para o velhote e que quer chegar lá através dele. Mas o carro chegou bem e nós também. Cansados de tantas horas ao volante, lá parámos no porto com direito a almoço no Mercado do Bolhão, um passeio pela Av. dos Aliados e pela Ribeira. O sotaque nortenho é do mais giro que temos neste país. De barriga cheia e de vista arregalada, partimos finalmente em direcção ao Parque Nacional Penda-Gerês. Quando nos aproximamos, começamos a ver montanhas verdes e vistas deslumbrantes com o rio lá em baixo. É algo de espectacular.
Tínhamos urgência em descarregar a "tralha" do carro e montar a tenda mas começou a chover e chegados ao acampamento percebemos que a chuva tinha vinda para ficar. Por isso,e  a conselho do dono do parque de campismo, ficámos num bivak: casinha de madeira com apenas colchão. Torna-se mais cómodo que uma tenda porque é mais confortável e não entra …

Há livros que nos ficam no coração #10

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"Desencontros" chamou-me a atenção por ser ilustrado de uma ponta à outra. Fala de um rapaz e de uma rapariga extremamente solitários, que não se conhecem.Sempre que saem de casa, ela vira à esquerda e ele à direita. Nunca se encontraram mas vivem lado a lado. À noite, ela ouve o violino dele, brincam com o mesmo gato e beijam a mesma criança. Num feliz aconteciemnto cruzam-se no parque e trocam números de telefone. Mas o destino não está do lado deles. Trata-se de uma história que nos enerva porque eles sentem um  vazio existencial e nada fazem para acabar com ele. Vivem a sua vida sem vontade, à espera que algo de bom aconteça. Nesse feliz encontro, chove e os papéis onde escreveram os números fica esborratado. Passa mais um ano sem se encontrarem, a pensarem oq ue terá acontecido. No dia em que decidem abandonar a cidade encontram-se na paragem de um autocarro....

O bom que é...

... acordar e ler coisas destas, de um dos meus blogs preferidos.