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Dos meus dias #4

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E acordar cedo, ir trabalhar, os dias e as manhãs que correm bem e nos dizem que é bom trabalhar connosco, que nos esforçamos e que somos sinceros. Vale a pena o esforço e amanhã há mais. Há sempre mais. Há mais até fartar. Regressar e almoçar. Dormir um bocadinho porque todo o esforço feito nos atira para o mau-humor involuntário. Querer estar sozinha e escrever. Ou ler. Mas ler requer muita atenção. Atenção essa que não tenho agora. Não interessa. Afasto-me. Quero escuro. Quero calor para poder ir dar uns mergulhos à minha praia favorita. Estou farta do Inverno e em Março começa o bom tempo. Espero. Mas é escrever que quero e é isso que tenho andado a fazer. Para ninguém em especial. Para mim. Para mim no futuro. Guardo as palavras que me vão no coração sem sentido nenhum. Ou com todo o sentido do mundo. Quero Verão, quero sol. A minha pele já reclama sol e mangas curtas, os pés querem chinelos e eu quero biquínis. Quero rir, quero areia e gelados. Quero carro com janela aberta e um…

The Dreaming Clouds

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E se das fotos de viagens que fazemos, resolvessemos juntar umas ilustrações? Daria um trabalho genial como o da ilustradora CherylH que o designou de The Dreaming Clouds. Esta artista utiliza o Instagram e o Tumblr para chegar mais perto do seu público. Deixo algumas imagens divertidas...





O amor é...

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Ir para a cama e enviar de imediato uma sms toda fofinha, aguardar a resposta, responder  e nunca mais sair desse ritmo... Passam-se desta forma várias horas, que uma pessoa deveria estar a aproveitar para descansar. Mas é assim, e de outra forma não seria certamente a mesma coisa.

Para os meus ouvidos

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A minha vida deveria ter uma banda sonora no entanto não tenho uma música que me acompanha desde sempre nem nada disso. Vou tendo músicas. Já me disseram que eu só gosto de coisas esquisitas, tudo porque pendo para bandas islandesas: como é o caso do Jonsi e dos Sigur Ros, mas depois gosto dos Röyksopp, dos The XX, estes sim já me acompanham há uns 5 anos mas também só têm  2 álbuns. Mais recentemente apaixonei-me por Ellie Goulding que me dá pica com as batidas das suas músicas. No geral gosto de músicas bem ritmadas, que me permitam abanar este meu corpo sem qualquer tipo de cadência e jeito  nulo para danças.
Geralmente oiço música no carro, de caminho para qualquer lado. Em casa é raro estar sob influência de sons, pelo menos nos últimos tempos. E é quando me sinto mais em baixo que me dedico à descoberta de novas sonoridades e há muito tempo que não descubro nada de novo...

Ernest & Celestine

E de vez em quando surgem assim  uns filmes fofinhos que me fazem lembrar os desenhos animados que via quando era pequena e realmente assim é pois a história foi criada em 1980 pela pintora Gabrielle Vincent e adaptada agora aos ecrãs de cinema pelo trio Stéphane Aubier, Vincent Patar e Benjamin Renner. "Ernest & Celestine" conta a história de um urso um tanto agressivo e de uma ratinha carinhosa.   A animação foi galardoada com o Prémio de Melhor Filme no Festival de Cinema belga. A não perder!

Flora e Fauna vintage

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Conhecido como o guru dos têxteis, Mr. Finch, assim lhe chamam, é um artista que coze as suas próprias obras. Recria a flora e a fauna britânicas e dá-lhes uma aparência vintage ao reutilizar e reciclar os mais diversos materiais. Mr. Finch gosta de tudo o que diga respeito a flores, insectos e pássaros. Vejam algumas das suas peças:




A Vida de Adèle

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[A Vida de Adèle]
Apaixonei-me em 3 horas de filme. Apaixonei-me por Adèle e por Emma. Apaixonei-me pela "Vida de Adèle", pela entrega, pela verdade do amor, pelo desespero, pela descoberta e pelo desencanto final. São 3 horas densas, há sexo e paixão e o azul, sempre o azul. E quando o azul do cabelo de Emma desaparece, vai-se também embora a paixão.
Vemos Adèle a descobrir a sexualidade, o amor - o seu grande amor, a amadurecer e a fazer escolhas.
"A Vida de Adèle" ganhou a Palma de Ouro há uns meses, foi baseado na BD de Julie Maroh e embora se foque numa relação lésbica, nada aqui há de homossexual. O que vi neste filme foi tudo tão verdadeiro e tão intenso. No final ficamos com esperança que Adèle encontre o seu caminho, que seja feliz, que lute arduamente por aquilo que quer. Queremos no fundo ser nós mesmos a percorrer esse caminho e a encontrar a nossa própria felicidade.