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Eduardo Mãos de Tesoura

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Nunca o tinha visto e quando me deparei com ele a ser transmitido no AXN Black, "puxei" o tempo para trás e foi desta que vi "Eduardo Mãos de Tesoura", o clássico mais clássico do fenomenal Tim Burton :) Vi-o e apaixonei-me. Se não é o melhor filme do realizador, está no top dos melhores. Que magia!

"Fifty Shades Darker"

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Quem viu o primeiro, vê o segundo, certo? E este Fifty Shades Darker é bem mais intenso, mais apelativo que o seu antecessor. Tem cenas eróticas bem mais interessantes que no primeiro filme, mas a história continua fraca, fraquinha, nunca deixou de o ser, pois não? Continua a ser um romancezinho fraco, pobre nas personagens especialmente a Anastasia que continua sem me conseguir convencer, nem sei por que motivo ela passa o filme todo a arfar e a dar aquele risinho quase em surdina, é que nem chega a ser provocador. É só ridículo mas pronto... gostei das cenas para adultos. Valha-nos isso! O Christian Grey continua bonzão, muito agradável à vista. É um filme que vale o que vale e não podemos exigir que seja mais do que puro entretenimento para senhoras. Os homens vão achar que tem romantismo a mais!
O suposto suspense com a cena do helicóptero é demasiado forçada e trata-se meramente de um rodriguinho cinematográfico sendo completamente desnecessária na trama.
O chefe de Anastasia também…

"Aliados"

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É inegável que "Aliados" mexe connosco. É um drama / romance que não nos passa ao lado. Brad Pitt interpreta Max, um espião ao serviço dos Aliados que, em Casablanca, conhece Marianne, da Resistência Francesa. Trabalham juntos numa perigosa missão, apaixonam-se e vão viver para Londres uma vida idílica, apesar da guerra e do Blitz. 
Mas há um twist: os superiores de Max desconfiam que Marianne é uma dupla espia. E aqui começa o enredo que nos deixa ficar com o coração nas mãos. 
Um filme que se afasta do típico blockbuster de que todos andamos já cansados e não me digam que não gostam de filmes históricos porque este vale a pena :-)

"The Edge of Seventeen"

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Quem nunca passou pelos típicos problemas da adolescência que levante o dedo! "The Edge of Seventeen" é isso mesmo... Nadine é uma miúda de 17 anos cuja melhor amiga começa a namorar com o seu irmão e é aí que o seu mundo se transforma. Lidar com essa questão torna-se muito doloroso já que isso a faz sentir-se sozinha e deslocada. Mas conhece Erwin que a faz sentir-se acompanhada, embora ela não o reconheça.
A actriz Hailee Steinfeld é muito jovem mas reconheço o seu à-vontade perante as câmaras e isso traz vida para o grande ecrã. Deliciei-me com a história :-)

"Passengers"

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Aurora: If you live an ordinary life, all you'll have are ordinary stories.

A spacecraft traveling to a distant colony planet and transporting thousands of people has a malfunction in its sleep chambers. As a result, two passengers are awakened 90 years early.
Tem falhas, é certo, mas não deixa de ser um filme giro. E depois temos a fofinha da Jennifer Lawrence a desempenhar um bom papel dentro do género e o jeitoso do Chris Pratt que apesar de não ser o melhor actor do mundo serve para lavar os olhos :) Posto isto, trata-se de um filme pipoca para um domingo à tarde chuvoso.

"I, Daniel Blake"

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Fod@-se! Que filme! Simplesmente poderoso! "I, Daniel Blake" devia ser obrigatório a todos os cidadãos, políticos, animais... Todos os seres vivos deviam ver este filme de tão verdadeiro que é. Aqui não há falsidades, é tudo cru. E a história é simplesmente um murro. Mas um murro daqueles que nos deitam abaixo e só nos levantamos com ajuda de alguém. E que actores. Todos. Desde os adultos às crianças. Este filme ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2016 e devia ganhar muito mais. Aqui, a dignidade humana é retratada de forma muito cruel, visceral até. Uma das personagens tem que ir a um banco alimentar e é nesta cena que me começam a rolar as lágrimas. Cena mais poderosa que esta é impossível.  Trata-se de um filme fabuloso, digno de se tornar n'O Filme da Vida de muita gente. 
Não vou contar mais nada porque não quero estragar a surpresa a ninguém. Vejam, apenas. Até é melhor sem verem qualquer trailer nem ouvirem opiniões de ninguém.

"Mulheres do séc.XX"

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Os cartazes espalhados pela cidade fizeram-me crescer água na boca e por isso coloquei expectativas demasiado elevadas para este filme. Só a Annette Bening deveria ser suficiente para aguentar um filme destes mas o problema é que o filme não se aguenta a si próprio. Em "Mulheres do Séc.XX vemos uma mãe a educar o filho adolescente nos finais dos anos 70 e vê-se em situações complicadas. É apenas ela, a inquilina: uma jovem hippie, e a amiga do filho que acompanham a vida desta família monoparental.

"Lion - A Longa Estrada para Casa"

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Promete emoção. Promete um aperto no peito. E cumpre embora não tenha sido baba e ranho como esperava que fosse.
"Lion" é baseado numa história real de um miúdo que se perde da sua família. Tudo porque quis acompanhar o irmão e acabou numa viagem de comboio de mais de 1600 km e vê-se numa 
Índia que desconhece porque há centenas de dialectos e em Calcutá não percebem hindi.
Não vou ser spoiler nem contar pormenores porque é um filme a ver. A história tem duas partes: Sarro criança e Saroo jovem adulto. E a razão do título do filme? É uma surpresa boa!
Na recta final do filme solucei um pouquinho porque mostram o que aconteceu a cada personagem e isso é verdadeiramente comovente.

"É apenas o Fim do Mundo"

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"We think silent people are good listeners. But I shut up so people leave me alone."

Tem a Marion Cotillard, tem o Vincent Cassel e tem Léa Seydoux. Só que o filme é uma confusão de diálogos. São demasiados e o espectador fica cansado de tanta conversa e pouca acção. Podia ser um melhor filme. Em "É apenas o Fim do Mundo" Louis retorna a casa após 12 anos de total afastamento. Quando descobre que vai morrer em breve decide voltar a casa para dar a notícia mas ao chegar percebe que todos lhe cobram o afastamento e que já não conhece os seus familiares. Torna-se um estranho.  Para ver mas sem grandes expectativas embora se torne diferente devido aos planos apertados dos personagens onde podemos ver as suas expressões faciais.

"The Devil and the Deep Blue Sea"

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Assistir a "The Devil and the Deep Blue Sea", é assistir a uma ode ao amor de um homem a uma mulher. Ela morre e ele fica desamparado. Ela estava grávida, decorriam obras em casa e uma rapariga ia buscar o lixo deles à noite, tentando não ser vista.
Ela morre e ele tem que ultrapassar a dor e reencontrar o seu caminho. A tal rapariga vai ajudá-lo tal como ela o irá ajudar a ele. E os senhores das obras também, não esquecer.
Não é um grande filme mas entretém. E é uma bonita ode.

Pôr o cinema em dia

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Manchester by the Sea

A primeira coisa que me apraz dizer sobre Manchester by the Sea é que é um filme com muito pouca acção mas não posso ser injusta ao ponto de dizer uma superficialidade destas porque é muito mais que isto. É um filme com uma densidade interior que nos assombra, que incomoda, que nos deixa angustiados. 
Um Pai que perde as três filhas num incêndio por um descuido absolutamente imperdoável, uma dor que lhe dilacera a alma e o faz sentir-se vazio enquanto existir. No meio da sua "sobrevivência" o seu irmão morre e torna-se tutor do sobrinho. Este homem não está preparado para cuidar de ninguém e nem sequer está preparado para gozar a sua vida. Manchester by the Sea é grande e que não consigo ter maturidade para o compreender no seu âmago. O filme tem grandes cenas, especialmente a da esquadra da polícia mas devido à lentidão da narrativa, a cena passa um bocadinho despercebida sendo que tinha tudo para ser memorável. Apenas aponto a lentidão como desvantagem …

"Piper"

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Arrisco-me a dizer que é a curta metragem mais ternurenta de todos os tempos e anda nas bocas do mundo há algumas semanas. Já a vi na íntegra e adianto que se irão deliciar com este "Piper".  O filme está nomeado para o Óscar de melhor curta-metragem de animação e para mim já venceu ❤, deixem o vosso coração derreter-se com esta ternura...

"La La Land"

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Mia: I'm always gonna love you. Sebastian: I'm always gonna love you, too.

"La La Land" é amor mas não à primeira vista porque a cena inicial é terrível e espelha totalmente uma falsa felicidade que não gosto de ver em filmes. Mas após esta primeira cena, a história compõe-se e a coisa aguenta-se.  O filme é um musical portanto quem não gosta, não vale a pena ver porque não traz nada de espectacularmente novo e nunca antes visto. Mas o filme é giro, admito, e vai-se tornando mais giro à medida que avança e vamos conhecendo os personagens. 
Se é inesquecível? Humm, tenho dúvidas. Se é merecedor de um Óscar? Não sou a melhor crítica de cinema mas julgo que a resposta será não. Se bem que apenas vi mais um dos que estão nomeados. Se tem excelentes cenários? Tem. 
"La La Land" relembra o auge do cinema americano com sapateado, dança e canções mas será suficiente para ganhar mais prémios do que aqueles que já ganhou? Deixo ao critério de quem sabe.
Não querendo ser inj…

"Sete Minutos Depois da Meia Noite"

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Ora bem, vi "Sete Minutos Depois da Meia Noite" ou "A Monter Calls" recentemente e tem actores do meu agrado: Felicity Jones que anda a dar cartas há uns aninhos e a já sobejamente conhecida Sigourney Weaver. É um filme giro para malta jovem porque para mim já foge um bocadinho à minha exigência de "bom filme" ou pelo menos que me entretenha verdadeiramente sem que eu pense uma única vez: "mas que treta de história", que é o que muitas vezes acontece quando vejo um filme de fantasia.
Admito que gostei mas entra demasiado na categoria do fantástico para mim.
Em "Sete Minutos Depois da Meia Noite" temos o jovem Connor que se refugia na fantasia para fazer face aos problemas: a doença da mãe, o facto de o seu pai não estar presente, a frieza da avó e o bullying na escola. E é à noite, sete minutos depois da meia noite que o Monstro aparece e fazem um pacto: o monstro conta-lhe três histórias e Connor terá que lhe contar apenas uma história …

"All We Had"

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São constantemente despejadas das casas que habitam, não têm dinheiro e por isso mesmo vêm-se obrigadas a ir percorrendo localidades até encontrar um poiso permanente. "All We Had" é a história de mãe e filha que tentam sobreviver face às dificuldades. Não é fácil e este filme não é fácil. Dirigido e protagonizado pela actriz Katie Holmes, temos em mãos um drama que vale a pena ver.

"The Light Between Oceans"

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Isabel Graysmark: Yes. A thousand times yes.

Estrondoso. Duro. Sensível. Belo.
Foram estes os adjectivos que encontrei para falar do filme " The Light Between Oceans". Tom é um faroleiro numa ilha desabitada. Isabel é a sua jovem mulher. Depois de dois abortos, Isabel entra numa espiral de tristeza. E é aqui que se dá a reviravolta. Encontram um barco com um homem morto e uma bebé. De repente tomam uma decisão e a vida muda. Tomam uma decisão que, para o bem e para o mal, os fará ser diferentes do que eram. Os oceanos que se cruzam, as decisões tomadas, o amor. Tudo num filme com uma fotografia magnífica. A ver.

"Demolition"

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Davis: You are one fucked-up kid. Chris: You're one fucked-up adult.

Se falamos de "Demolition" falamos de luto. Falamos de reações a diversas situações e falamos de vidas apáticas.  
Jake Gyllenhaal tem-me convencido mais e mais. Vi "Demolition" e apesar de ter achado o seu personagem um bocadinho louco, não pude deixar de sentir compaixão por ele. 
Em "Demolition" vemos Davis (Gyllenhaal) a sobreviver à apatia, raiva e frustração que sente depois da mulher ter morrido num acidente de carro onde ele ia à pendura.  No hospital onde foram assistidos, Davis tem problema com uma máquina de venda automática onde colocou dinheiro e envia uma reclamação por escrito à empresa. Nestas cartas abre o seu coração e conta toda a sua história de vida. É assim que conhece a funcionária de Apoio ao Cliente (Naomi Watts) que o ajuda a ultrapassar estes momentos. No entanto, nos dias que sucedem à morte da sua mulher, Davis começa a destruir tudo: o frigorífico de sua casa,…

"A Rapariga no Comboio"

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Imaginem um puzzle. Agora imaginem um filme onde nos vão apresentando o enredo como se fosse peças de puzzle e a nossa tarefa enquanto espectadores é ir encaixando as peças de forma a irem fazendo sentido. Assim é "A Rapariga no Comboio", filme que foi adaptado de um livro bestseller.
Este filme não é fácil. Temos que ir percebendo o enredo conforme nos vão dando as peças do tal puzzle. Mas pela sua forma diferente de apresentar as personagens e a trama, esta adaptação ganha pontos, muitos pontos a favor.
Gostei de ser surpreendida. Gostei da inovação de me irem dando a conhecer a história e de ser eu própria a ir contruindo a história.

Não vou aqui falar do enredo porque não quero estragar a surpresa. Vejam o filme sem verem o trailer. Ele fala por si. Deixem-se ser surpreendidos :)

"Trolls"

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Se houve filme natalício pelo qual eu ansiava, era este: "Trolls". 
Em pequena tive um bonequinho Troll de cabelo cor de rosa e quando vi este trailer soube de imediato que o tinha que ver.
Admito que tenho andado viciada em filmes de animação e este é uma pequena maravilha da Dreamworks. É um filme muito bem disposto com muita música e, claro, muita cor. Parece um filme arco-íris :)
Desde a hora do abraço, à aspereza de Branch e à boa disposição e inocência da Princesa Poppy, gostei de cada minuto do filme. Não me senti entediada em nenhum momento, como por vezes acontece neste tipo de filmes. 
Um filme para toda a família :)

"Cegonhas"

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Que as cegonhas entregam bebés já toda a gente sabe. No filme cegonhas essa era a realidade até à bem pouco tempo até as coisas começarem a correr mal e elas serem obrigadas a alterar o negócio. Hoje entregam encomendas. É desta forma que tem início esta deliciosa longa metragem. É um filme natalício que nos traz boa disposição e diversas gargalhadas. Temos Nate, um rapazinho que pede um irmão aos pais e temos Tulip uma agora jovem a quem as cegonhas nunca entregaram aos pais porque o seu gps se partiu durante o voo.  Tulip é o ponto de partida e o elo de ligação nesta grande aventura. A não perder :)