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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2018

Eu e as redes sociais OU como já não tenho paciência para elas

Tenho Facebook, já tive Twitter, tenho conta no YouTube, tenho WhatsApp e vou activando e desactivando o meu Instagram. O Instagram é a minha relação com redes sociais mais complicada. Criei a minha conta do Insta em 2014 e desde aí tornei-me bastante activa na publicação de fotos, especialmente de fotos de viagens que fui fazendo. Depois comecei a seguir demasiadas contas e isso distraía-me demais e perdia imenso tempo a ver fotografias de tudo e mais alguma coisa. Algures em 2017 desactivei a conta durante uns meses. Quando fui de viagem nesse ano, voltei a activá-la e ia publicando algumas fotos. Depois disso cancelei-a novamente e há uma semana por insistência de algumas colegas minhas do aeroporto activei-a porque elas haviam partilhado fotos comigo e eu queria estar a par. Hoje apaguei-a novamente. Se o Instagram me foi importante numa determinada altura da minha vida, hoje já não me traz qualquer prazer. Sinto que perco tempo a ver fotos de outras pessoas, que na realidade não me…

Diário de uma TTAE #19

Estava eu sossegada da vida no Balcão de Transferências do Aeroporto onde trabalho e chega-me uma senhora com passaporte norueguês com um papelinho escrito em inglês que dizia: "Please, can you help me to find my boarding gate? I'm going to Oslo. Thank You". Depressa percebi que a senhora não falava inglês nem nenhuma outra língua - nada de francês, alemão, espanhol... Tentei comunicar com ela por gestos, a linguagem gestual faz milagres às vezes, acreditem! Já comuniquei com chineses que apenas falavam mandarim por meio de gestos e lá nos conseguimos entender. Esta é de facto a forma de comunicação mais primitiva e a que recorro muitas vezes em caso de desespero, como hoje. Liguei a Internet no meu telemóvel e fui ao Google Tradutor. Escrevi que era ainda muito cedo e combinei que daí a três horas fosse ter comigo naquele mesmo local. Com alguma dificuldade ela lá entendeu. Sorriu e foi sentar-se nuns sofás em frente deste mesmo balcão. Eu ia dando uma olhada pelo sistem…

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Que trovoada é esta amigos? Uma pessoa de folga, vai à praia e começa a chover. Tem outro dia de folga e acorda com trovoada e o verão a chegar....

Cheirinho a bebé

Se o vosso objectivo de vida é encontrarem uma colónia que vos faça lembrar os vossos tempos de infância ou se simplesmente gostam do cheirinho dos bebés, eis a loção hidratante mais fofinha de sempre: o Baby Lotion da Johnson's é para lá de bem cheirosa. Experimentei-a, por acaso num hipermercado do tipo: "ora deixa cá ver a que é que isto cheira", pus um bocadinho no braço e voilá: apaixonei-me pelo aroma a pó de talco! Sim, este hidratante de bebé cheira a pó de talco. E que melhor cherinho para nos fazer lembrar bebés senão o pó de talco? É certo que hoje em dia ninguém mais usa este pó, porque faz alergias a estes seres pequeninos mas o cheiro é inconfundível! Não o comprei mas agora andam aí promoções de puericultura e estou seriamente em adquirir um exemplar para mim...

Countdown

O antes e o depois de uma viagem. O entusiasmo, a expectativa do desconhecido, o querer aventuras...
Faço uma viagem por ano para fora do país e estou a 24 horas de voltar a meter os pés dentro de um avião. Ok, trabalho no aeroporto e quase todos os dias entro dentro de aviões. Mas desta vez, e pela primeira vez desde que aqui trabalho, vou mesmo viajar.
E amanhã estarei atenta ao trabalho das colegas na Porta de Embarque.
Nantes aí vou eu, e prepara-te que farei aí 35 anos :-)

Yoyoso Korea

Foi com relativo entusiasmo que recebi a notícia de uma nova loja do Dolce Vita Tejo (o meu shopping preferido: porque trabalhei lá em 3 diferentes lojas e porque me mudou a vida de alguma forma), a Yoyoso Korea. Decidi  ir espreitar o espaço (na antiga loja Seaside), e ver as novidades coreanas. A notícia que li é verdade e não engana - tem coisas giras: canetas, copos, chávenas... mas depois tem um sem-número de artigos sem piada nenhuma e que se encontram facilmente em qualquer loja do género.  Mas coisas a partir de 0.50 € não vi em lado nenhum, a maioria das coisas custavam 3€ . A Yoyoso faz-me lembrar a Muji (do Chiado) embora com menos artigos. 

Deadpool 2

Atenção: não vi o primeiro filme embora me tivessem dito que era divertido. Hou até quem dissesse que este é um super herói alternativo, sem papas na língua. E posto isto aliciaram-me a ver o segundo filme sem sequer ter visto o primeiro. Fui.  Fui e não gostei. Fui e fiquei a "apanhar do ar" porque não percebia metade das referências ao mundo da Marvel. Fui e fiquei um bocado amuada por me ter deixado arrastar para isto. Fora algumas cenas com piadas em que me ri genuinamente, o filme destina-se apenas a quem conhece este universo. Todas as outras pessoas se sentem deslocadas e o filme não é assim tão bom, convenhamos. Resta-me ver o primeiro filme, a ver se mudo de opinião sobre este personagem, que me pareceu bem patético.

Contos dos Subúrbios | Shaun Tan

Ofereci este livro ao meu companheiro em 2014 e desde então que tento pegar-lhe, sem sucesso. Iniciei a leitura destes contos mas não os terminei por tê-los achado aborrecidos. No entanto, numa destas tardes sem nada para fazer peguei nele e li-o de uma enfiada. E que belo livro, meu deus! "Contos dos Subúrbios" é uma compilação de 15 pequenas histórias, escritas e ilustardas pelo autor, absolutamente encantadoras e avassaladoras. Não consigo selecionar apenas um conto, todos têm algo para nos contar. Lê-se num instante e assim que o terminamos queremos mais e por isso mesmo sabe a pouco, muito pouco.  As ilustrações também ajudam muito para entrarmos de cabeça neste imaginário dos subúrbios.  E a pergunta fica no ar: "por que raio não o li mais cedo?"

A maior feira do livro

Este ano a 88ª edição da Feira do Livro de Lisboa intitula-se c omo a Maior de sempre. E eu pergunto, maior em quê? Tem mais stands? Ok, pode ter mas não se nota nada. Eu já fui a uma Feira há uns anos, em que os stands chegavam à estatueta do  Cargaleiro. Para mais, corri o ENOOOORME erro de ir até lá no Feriado que assinalava o Corpo de Deus e a multidão que por lá andava era interminável. Acho que a popçulação mundial aproveitou o feriado e foi enlatar-se no Parque Eduardo VII. De referir que não comprei nada, não comi nenhuma fartura nem nenhum gelado, e o meu momento alto foi a selfie que tirei com o Garfield, no stand da Babel. Isso sim, digno de nota :)