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Roy Lichtenstein e a Pop Art

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Chocolate | Joanne Harris

"O vento mudou desde que você chegou. Ainda o sinto. Toda a gente o sente. Tudo está a mudar."

Que prazer me está a dar ler "Chocolate". Vi há muitos anos o filme, e assim que vi o livro em promoção a 5€ e nem pensei duas vezes. Foi publicado em 1998, escrito pela inglesa Joanne Harris e é daqueles clássicos do século XX que todos deviam ler porque a escrita é enternecedora e aquece mesmo o coração. Ao ler notamos que foi mesmo escrito por uma mulher tal é a delicadeza das palavras escolhidas. É uma leitura suave e nada cansativa porque há sempre coisas a ocorrer. Harris vai revelando as personagens, vão crescendo. Há uma evolução constante. É um livro absolutamente mágico que não queremos acabar. "Chocolate" é o primeiro de três livros mas este é demasiado especial para querer ler a saga completa com o receio de estragar a história. A história de Vianne e Anouk termina aqui para mim. "Chocolate" ascendeu à minha curta lista de livros preferidos.
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Apresento James Rizzi

Passou do papel para a realidade, a pintura destes edifícios recuperados pelo artista pop James Rizzi. Actualmente com um estilo psicadélico, estas fachadas dão um refresh a Brunswick, uma vila alemã. Eu adoraria ter como vizinhos esta alegria toda à distância de uma espreitadela pela janela!


Twingo ou como eu gosto deste modelo

Se vocês soubessem o que eu adoro carros pequenos não iam acreditar. Só tive dois carros na vida e ambos pequeninos: um Twingo e um Matiz. Mas o meu coração suspira pela nova versão do Twingo. É pequeno, fácil de estacionar e com uma linha super simples, que eu adoro... Tivesse eu muito dinheiro e investia num pequenote destes! Já agora aproveito para dizer que a Renault está com uns designers brutais que arriscam e constroem carros lindos: as novas versões do Megane e do Clio, para não falar do Captur estão com um design para lá de especial :) Souberam arriscar e estão com uns carros especiais!

Home sweet home #1

Isto de comprar casa tem muito que se lhe diga... Pesquisar casas, marcar visitas a casas, ir efectivamente vê-las, trocar impressões, decidir se as queremos ou não... E sobretudo imaginarmo-nos lá dentro a viver... É giro e muito entusiasmante mas dentro de nós cresce uma certa ansiedade... Com uma casa tudo muda: as responsabilidades são maiores, é como um bebé que temos que educar: fazer melhorias, comprar coisas, torná-la nossa. Tudo isto para dizer que comprei casa depois de muitos meses há espera de uma cujo negócio não se concretizou. Fui ver outras, sempre com essa primeira no pensamento, e decidi por uma igualmente encantadora. É um open-space com muita luz e sei que vai ser uma casa feliz. Já o é. Já lhe comprei umas coisas e em breve será um lar.

"Tully"

Ver Charlize Theron em acção é qualquer coisa de espetacular, desta vez não é a típica durona a que nos habituou mas sim uma quarentona esposa, mãe de dois filhos e grávida do terceiro. Marlo, assim se chama a sua personagem, está a passar por uma depressão da qual não consegue fugir. Marlo segue o conselho do irmão e contrata uma babysitter que toma conta do recém-nascido durante a noite. Tully é a babysitter e entre as duas mulheres nasce uma forte amizade. A reviravolta dá-se quando finalmente percebemos quem é Tully... ;)  Charlize engordou cerca de 25 kgs para interpretar Marlo, proeza que já é recorrente na actriz, e aqui se vê a sua versatilidade. Não interpreta apenas papéis de boazona lutadora mas também de mãe neste filme que queremos ir para dentro do ecrã dar a mão a Marlo e dizer-lhe que tudo ficará bem...

Escrever

Lia há dias um pequeno apontamento de uma bloguer/escritora/jornalista - a Helena Magalhães, que sigo e com o qual me identifiquei muito. Basicamente ela dizia que concordava que escrever era uma profissão muito solitária porque eram precisas muitas horas a "matar" a cabeça e havia até dias em que não saía nada. Ela depois admitia que não se deixa consumir por esses dias vazios sem qualquer produtividade. Para isso ela sai de casa, fala com pessoas ou simplesmente fica a ler até que se dá um clique e as ideias surgem! Para ela o método de criação não é ficar em frente ao ecrã do computador à espera que as ideias apareçam. Ela defende que a criatividade vem do que nos rodeia e não do papel em branco.
Concordo em absoluto com ela. Estou pessoalmente numa fase em que me apetece ler e devorar tudo o que me aparece à frente e apetece-me essencialmente escrever. Mas por vezes o branco do ecrã assusta-me, lá está... Mas depois começo a escrever umas palavras que  se transformam em …